Esta semana, recebi a mensagem de uma pessoa da minha cidade natal. Ela acompanha meus conteúdos e me disse que se motiva por causa deles. Confesso que fiquei emocionado: eu, um entre bilhões, estou ajudando de alguma forma uma Pessoa, com P maiúsculo, a buscar o que ela quer.
Você entende o tamanho dessa responsabilidade? Não? Então acompanhe esta linha de raciocínio.
Gosto muito de futebol e, desde criança, admiro o Cristiano Ronaldo. Antes, apenas pelo futebol; mas quando enxerguei o que havia além dele, passei a admirá-lo ainda mais. Antes de qualquer livro de autoajuda, foi ele quem me influenciou a buscar disciplina e a dar o meu melhor em tudo que faço, coisas que eu só viria a ler, tempos depois, em Meditações, do imperador Marco Aurélio.
E hoje eu assumi o papel de fazer pelos outros a mesma coisa que o Cristiano Ronaldo, cara, o Cristiano Ronaldo, fez por mim. Eu, Augusto Castilho Borges, estou ajudando uma série de pessoas a buscar uma vida melhor. Não conto isso para me vangloriar, até porque seria uma grande hipocrisia.
Falo justamente para te influenciar a fazer o mesmo. Você, que está vendo o vídeo ou lendo o que acabei de escrever, pode motivar alguém a ser melhor, nem que seja uma única pessoa. Você pode ter, na vida de alguém, o impacto de um Cristiano Ronaldo.
Então não pare de postar. Não tenha vergonha de dizer uma ideia que Deus iluminou na sua mente. Não pare. Seja gravando conteúdo, seja organizando um evento beneficente, seja dando o seu melhor na sua empresa: alguém está olhando para você e, sem saber, você está mudando a vida dessa pessoa.
O fim não pode ser outro senão ajudar o próximo, como Jesus nos ordenou em seu Evangelho. Claro que as dificuldades virão, e virão com frequência. Desde pessoas querendo atrapalhar com críticas nada construtivas, até nós mesmos nos corrompendo em busca de mais dinheiro ou de qualquer outro prazer barato. E, de novo: o fim é a pessoa que está te vendo, é a vida que você está ajudando a melhorar.
Enquanto uma pessoa me assistir e eu estiver, de alguma forma, ajudando-a, eu não vou parar. E te convido a fazer o mesmo.

